MTPM: Mês de Tensão Para Mim.

Calma, que eu já explico o motivo de todas as minhas tensões. Na verdade, eu acredito que será muito bom, me abrir e conversar com vocês. Aliás, sempre é bom.

Lógico que eu não quero, nem pretendo transformar o Um Palpite num blog com textos comportamentais, mas todas as vezes que falo de assuntos assim, tão pessoais, eu me sinto mais leve e fico imensamente feliz com o retorno de vocês. São tantas mensagens lindas. Ficamos mais próximas.   Mas, vamos lá então, conversar mais…

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Eu não sou uma pessoa que acredita em tudo, nem fanática por uma crença. Por sinal, eu também não “desacretido”. Então sou “eclética” e junto várias ideologias, faço delas um conceito mais pessoal, baseado no que vivi e no que me faz sentido.

Algumas vezes mudo de pensamento também, de acordo com a idade (maturidade) e fases da vida.  A vida não é essa constante evolução?

Digo tudo isso porque algumas pessoas justificariam essa minha fase de reflexão ao “inferno astral”. Sim, pode ser isso. Ou não.

Outra justificativa é o fim do ciclo. Natal aproximando com toda sua carga emocional, e o novo ano com toda sua expectativa. Claro, pode ser exatamente isso. E posso apostar, não acontece isso apenas comigo.

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Eu acredito, que todas as alternativas anteriores estão corretas. Esse momento do calendário é propício para bagunçar todos os meus pensamento. E isso não significa um fato ruim. Pelo contrário, essa “faxina mental” acarreta em novas ideias, estrategias e renova energias.

Desde pequena (sim, ainda menor) eu cresci vendo minha mãe procurando motivos para comemoração. Ela, sempre tão animada, era apaixonada por reunir todo mundo, decorar e organizar um “festerê”. Certamente, sabemos de onde herdei esse gosto por decorar festa, fazer docinhos…

Acontece que, desde quando ela faleceu, eu perdi esse rumo. Faltava um sentido para as festas acontecerem. É claro que faltava, ela não estava ali para agitar as pessoas. E consequentemente, as pessoas também não tinham mais essa vontade.

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Nesse momento, não gostaria de entrar no assunto sobre “vontade de viver”, porque seria um longo e profundo papo, e ainda frágil demais para mim. Mas que precisei citar, para que vocês entendam sobre mais um sentimento que envolve as “festas de final de ano / meu aniversário”

Sou grata por minha família, meus amigos, meu noivo e a família de meu noivo… Que tem se revezado nesses últimos anos para me fazer feliz, e comemorar essas datas. Não posso dizer que não tenho bons momentos. Tenho sim. Inclusive me esforço muito para isso.

Eis que chega essa época, em que preciso ser ainda mais forte. É um exercício de superação. Quase um mantra: “Esse ano será melhor que o anterior”. E eu já estou focando em boas energias. Concentrando, e tentando me entender melhor. Refletindo sobre mim, sobre minha vida, minha história… Para ser uma pessoa melhor.

Foto: Thaiana Costa
Foto: Thaiana Costa

Palpite de hoje? Talvez não exista um, se você não abrir sua mente. Mas se você abrir, você entenderá que ninguém é melhor, ou pior, que alguém. Todos temos nossos “fardos”, que nem todos conhecem. E depende de cada um, decidir como lidar. Não importa a velocidade, nem o caminho, quando se decide “aprender e evoluir” nos entendemos melhor, nos aceitamos melhor. E assim, entendemos e aceitamos os outros.

Beijos, e muito obrigada por me “ouvir”

 BrunaScremin

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3 comentários

  1. Então, aqui em casa aconteceu algo parecido. Minha vó faleceu perto do Natal ano passado e a gente acabou desanimando por causa disso. Mas, lembramos o quanto ela gostava de fazer as coisas pro Natal, enfeitar a casa e pensamos: vamos continuar fazendo porque se ela estivesse aqui, ela ficaria feliz em ver isso. E eu sei que ela falecendo não queria que a gente deixasse de viver bons momentos em família. Então, mesmo que fosse difícil a gente fez isso e foi a melhor escolha. A gente nunca deixa de lembrar das pessoas que a gente ama e “foram embora”. E como é difícil lidar com a saudade!!! Mas elas vão sempre estar em nosso coração com as melhores lembranças possíveis. Até que Jesus volte {eu acredito nisso}. E espero muito por isso. ❤

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  2. Nossa Bru, chorei. Também costumo ficar mais emotiva nessa época do ano, e o olha que meu inferno astral já passou.
    Imagino que seja difícil pensar em festa, quando a rainha delas não está mais aqui.
    Mas lembre-se que você é a continuidade, por isso é importante manter o foco nas boas energias e nos ‘festerês’ da vida, porque de onde quer que ela esteja, com certeza estará dançando com você!

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