Um ponto final precisa de exatidão!

Há exatamente um ano atrás eu postei aqui, sobre momentos.
O constante conjunto de ciclos que é a nossa vida. Algumas fases boas, outras nem tanto. Mas tudo sempre vai passar.

Eu, você, todos sabemos disso, e ainda assim estamos diariamente em busca da tal felicidade, estamos atrás de sucesso e sempre falando sobre desejos, vontades e sonhos.
Eu também já contei aqui que pra isso acontecer é preciso se conhecer muito bem. Nos encontrarmos de verdade!

Acontece que muitas vezes não nos conhecemos tão bem, não conseguimos prever e nem sequer distinguir o que acontece ao nosso redor, e isso tudo dificulta enxergar com clareza todas as evidências.

E são essa evidências que nos mostram como alguns ciclos da nossa vida chegam ao fim. Uma determinada situação já não faz mais sentido existir; tudo que precisava acontecer, já aconteceu. E não há mais nada para aprender com isso. Nada para acrescentar. Desapegar-se não é fácil…

Foto: Pinterest

Há dois caminhos.
1 – Aceitar. Entender que um ciclo encerrou, mas somente quando falamos ADEUS pra ele, é que damos a chance da vida nos apresentar uma nova fase ainda mais forte, mais bela, mais rica de vida e conhecimento.
2 – Prolongar. Quando preferimos continuar numa situação, evitar sofrimento, não cortar laços e não enfrentar mudanças… Estamos prolongando uma fase, sem necessidade real.

São duas opções que todas as pessoas tem, durante a vida inteira.
Aceitar o fim de um ciclo é colocar um ponto final em um capítulo da história da sua vida.

Mas somos feitos de sentimentos, amores e medos. E não raramente, gostamos de complicar as coisas. A mente implora por razão, o coração exala emoção. E aí você volta atrás, continua, sofre.

Cuide do ponto que colocaste. Um ponto final deve ser solitário, sempre. Não deixe um ponto se aproximar de outro. Juntos eles se transformam em reticências, e você prolonga o que um dia chamou de final… Não se iluda!

Tenha exatidão.

Foto: Bruna Scremin

Dois beijos,
Bruna.

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3 opiniões sobre “Um ponto final precisa de exatidão!”

  1. Que graça teria o nosso auto conhecimento por inteiro? A graça está em buscar, encontrar e depois atravessar cada fronteira (.). Lá do outro lado não será diferente mas com outras perspectivas. …e a felicidade? está aí, é essa. Emboa não possa parecer, poderia ser pior. O ponto final (.) é passado e se deixar reticências (…) você atravessa a fronteira. A melhor forma de se auto conhecer, se é que isso é preciso, seja autêntica com tudo e com todos. Nunca haverá (…).

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